Blueliv oferece serviço de proteção contra ataques cibernéticos

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Baseada em São Francisco, nos Estados Unidos, e em Barcelona, na Espanha, a Blueliv é uma empresa que investiga, analisa e evita ameaças virtuais, protegendo seus clientes de ataques cibernéticos.

Em 2014, a startup foi eleita uma das melhores do ano pela conceituada revista britânica Business Magazine, e verificou um crescimento de 100% na demanda pelo produto. Continue a leitura para entender a importância do serviço em nuvem prestado pela Blueliv e as razões para o sucesso da companhia.

Blueliv
Em 2014, a Blueliv descobriu e analisou mais de 17 milhões de fraudes com cartões de crédito. Foto: iStock, Getty Images

Blueliv evita ameaças cibernéticas

Daniel Solis, CEO e fundador da empresa, explica que a Blueliv surgiu diante da incapacidade das empresas de segurança em proteger seus clientes. “Nós criamos a Blueliv porque havia uma demanda que não estava sendo atendida pelo mercado. As companhias de segurança tradicionais não eram suficientemente proativas, e os criminosos estavam assumindo a dianteira”, conta ele.

Para solucionar esse problema, a empresa desenvolveu uma plataforma baseada na nuvem, o que facilita a operação e simplifica os processos. “A Blueliv é uma espécie de fortaleza de inteligência e proteção estratégica. Nós expandimos e aprimoramos essa fortaleza diariamente, fortalecendo-a com novas informações e tendências”, explica Solis.

A solução em nuvem oferece diversas vantagens aos usuários, como argumenta o CEO: “A hospedagem na nuvem basicamente significa que será fácil de instalar, de atualizar e de configurar a plataforma, para que os clientes tenham o serviço à disposição o quanto antes”.

Mas, afinal, como a Blueliv age para proteger seus clientes? “Nós transformamos dados globais de ameaças em informação preventiva para que a empresa evite os ataques aos quais é vulnerável. Você sabe o que está acontencendo, por que, como e qual o potencial de dano para a sua empresa”, explica Solis. Dessa forma, as empresas conseguem configurar o sistema de proteção interno para combater os ataques identificados pela Blueliv.

Internet oferece riscos às empresas

De acordo com o relatório Net Losses: Estimating the Global Cost of Cybercrime, conduzido pelo Center for Strategic and International Studies (CSIS) em parceria com a Intel, os ataques cibernéticos custam à economia global mais de US$ 445 bilhões anualmente. O valor é expressivo e ajuda a explicar a importância de criar mecanismos para se proteger das ameaças virtuais.

No relatório trimestral divulgado pela Blueliv, a empresa aponta a quantidade de ameaças encontradas pela plataforma, oferecendo ao público uma amostragem do cenário de segurança online com uma perspectiva global.

Apenas no terceiro trimestre de 2015, a empresa identificou 300 mil malwares dispostos a infectar equipamentos e 500 mil servidores com intenções criminosas. Os Estados Unidos são o principal alvo dos ataques, com 70% do volume de ameaças encontradas pela Blueliv. Esses números dão uma boa ideia do risco ao qual as empresas – e os usuários em geral – são submetidos na Internet.

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