Franquia faz sucesso com a venda de arroz-doce

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A ideia é simples, o produto mais do que conhecido e ainda assim a receita promete ser de sucesso. Depois de anos de estudo e muita vontade de empreender, foi com o arroz-doce que Junior Leite achou espaço para criar a sua própria marca: a Dona Hortê.

Uma homenagem à mãe, doceira de mão cheia e parceira no longo período de testes, a empresa pode ter começado há pouco tempo, mas já expandiu para o modelo de franquias e atrai a atenção de empresários de todo o Brasil.

O arroz-doce além do tradicional

Fundador e diretor da Dona Hortê, Leite conta que não foram poucas as tentativas de, junto com dona Hortênsia, pensar em sabores que fossem capazes de recriar uma sobremesa já conhecida e torná-la uma opção rentável de negócio.

“Ninguém da família entendia muito todos aqueles testes com sabores. Depois de quatro anos de pesquisas, inaugurei a primeira loja da Dona Hortê, em junho de 2015”, explica.

Além de tentativas criadas na cozinha, o tempo de preparo da marca também foi decisivo para entender a relação do público com o arroz-doce. O resultado? Um produto que 90% dos brasileiros amam e 10% odeiam.

Dentro dessa margem, mercado não falta para explorar. Segundo Leite, por conta dos sabores diferenciados e da cremosidade do produto, até mesmo quem não gosta da sobremesa descobriu na Dona Hortê uma nova possibilidade para o paladar.

A variedade, aliás, é um dos diferenciais que a franquia oferece ao público. Normalmente, são seis sabores: tradicional, tradicional diet, coco, amendoim, creme de avelã e doce de leite (o campeão de vendas). Mas para o Dia das Crianças, por exemplo, foi criado o arroz-doce Bicho de Pé, com morango. Já para o Natal, a novidade é uma receita com nozes.

Para conquistar o cliente, uma prática comum é a oferta de degustações no ponto de venda. O objetivo é mostrar ao consumidor que a sobremesa pode ser consumida o ano inteiro – seja gelada ou quente – e não apenas durante o período das festas juninas.

Dona Hortê reinventou o arroz-doce
Dona Hortê apostou em reinventar o tradicional arroz-doce. Foto: Dona Hortê, divulgação

Como surgiu a Dona Hortê

Durante um curso da Sociedade Brasileira de Desenvolvimento Empreendedor, o professor da turma deu a sugestão de recriar um produto já existente e dar a ele novo significado e valor. O exemplo utilizado foi o arroz-doce.

Pronto, a ideia não saiu mais da cabeça de Leite. Vieram os estudos junto ao público, outros no fogão e a definição de um modelo de negócio eficiente. Foi assim que a Dona Hortê já chegou ao mercado em formato de franquia, pronta para expansão.

“Quando abrimos a primeira loja já havia três franqueados interessados. Nossa loja própria inaugurou no shopping ABC, em Santo André, e em dezembro já teremos inauguração de nosso primeiro franqueado, no Grand Plaza Shopping, também em Santo André”, destaca o fundador da marca.

Junior Leite, criador da marca Dona Hortê
Junior Leite, criador da Dona Hortê, planeja expandir a marca. Foto: Dona Hortê, divulgação

A ideia é que a franquia cresça de maneira estruturada, primeiro em São Paulo e depois nos outros estados do país. Porém já são vários os contatos de empresários de fora que buscam informações sobre como se tornar um franqueado.

Um dos motivos é o baixo custo para investimento inicial, que fica próximo aos R$ 90 mil, com uma estimativa de faturamento mensal próxima aos R$ 32 mil. A perspectiva agora é crescer sem deixar de lado a qualidade do sabor.

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