Financiamento de startups: veja como viabilizar seu negócio

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Financiamento de startups é uma tendência mundial. Essas pequenas empresas que buscam soluções inovadoras com grande potencial de crescimento têm hoje diferentes linhas de crédito, financiamento e apoio, como os investidores-anjo, as aceleradoras e incentivos de governos em diversos países.

Mas o financiamento de startups não deve ser a única dúvida a cercar o novo empreendedor que busca concretizar sua ideia. Outras questões surgirão ao longo do tempo, como avaliação precisa de mercado e a necessidade e disposição do público-alvo em pagar pela solução apresentada pela empresa.

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O financiamento de startups é uma forma de concretizar um negócio com baixo custo e alto potencial de crescimento. Foto: iStock, Getty Images

Esse tipo de empresa, assim como qualquer negócio próprio, envolve riscos. Embora possua baixos custos iniciais, tem expectativas de crescimento muito grandes, e isso pode ser determinante para a participação de investidores no financiamento de startups.

Fontes de financiamento de startups

Investidor-anjo: é especializado em apoiar projetos na fase inicial. Geralmente, é um investidor bem-sucedido, com experiência no ramo. Não possui um capital extraordinário, mas geralmente tem reservas destinadas a empreendimentos novos que possam lhe proporcionar mais lucros. Tem envolvimento direto com a empresa, e não apenas com a parte financeira – ajuda com dicas e sugestões para o empreendedor menos experiente.

Aceleradoras: são empresas que buscam viabilizar exatamente o que seu nome propõe através de investimento e conhecimento. Quando acolhem uma startup, tornam-se sócias do empreendimento. Não devem ser confundidas com as incubadoras, mais associadas ao ambiente acadêmico.

Venture capital: empresas de venture capital aplicam recursos em startups após testarem previamente seus produtos e ideias de negócios. O investimento costuma ser alto (muitas vezes superior a um milhão de reais), em troca de uma participação na empresa.

Financiamento coletivo (crowdfunding): reúne pessoas – geralmente através de sites – interessadas em viabilizar determinada ideia ou projeto, arrecadando pequenas quantias de um número grande de investidores. É uma forma rápida e simples de captar valores.

Financiamento de startups sem grande capital

O financiamento de startups está cada vez mais disseminado. Obter capital no mercado é uma boa alternativa, mas, para quem não consegue, resta buscar a viabilização do negócio por conta própria.

O principal trunfo desse segmento não é o dinheiro, e sim boas ideias. Mas só isso não basta. Boas ideias são commodities. O mais valioso é a forma como essas ideias podem ou não ser colocadas em prática.

Para tirar essas ideias do papel, é necessário que o empreendedor faça um estudo do mercado, lance protótipos e apresente ao consumidor em potencial o seu produto. Para esta etapa inicial, não é necessário grande investimento de capital, e essa é uma das razões pela qual o primeiro passo da startup não exige grande investimento financeiro.

Além disso, cada vez mais empresas de startup optam pelo setor de Tecnologia da Informação, o que exige menor infraestrutura por envolver produtos digitais, diferentemente das exigências de gastos envolvidos na produção e desenvolvimento de produtos físicos.

Plano de negócios

Mesmo que construir produtos digitais não seja tão caro quanto, digamos, construir pontes, os novos empreendedores devem ficar atentos: o financiamento de startups deve se tornar cada vez mais preciso e calculado. Ou seja, equipes talentosas que não possuírem um bom plano de negócios e uma estratégia bem orientada não terão vez nas fila. Por isso, antes de pensar em obter dinheiro, busque sedimentar ao máximo a sua ideia e o seu planejamento.

Comentários

  1. Carlos S dice:

    Para abrir minha empresa, usei uma aceleradora em Jundiaí. O ambiente é motivador e propício para o crescimento do negócio, com oferta de investimentos e troca de conhecimento. Recomendo!