Prepare-se para o ano 2016: confira 6 tendências da tecnologia

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O ano 2016 vem chegando, e as projeções econômicas de muitos países não são muito animadoras. No Brasil, por exemplo, há especialistas que projetam inflação crescente e mais recessão econômica.

Como se preparar para um futuro próximo tão incerto? Uma boa maneira das pequenas empresas atravessarem com segurança o ano 2016 é buscando um diferencial competitivo na tecnologia. Quem souber interpretar e aproveitar antes dos demais as tendências tecnológicas que estão chegando pode sair na frente e se destacar.

Empresa lista as tendências para o ano 2016

A consultoria Gartner listou algumas tendências para a tecnologia no ano 2016. Para montar essa relação, a empresa levou em conta fatores que podem causar impacto nos negócios, nos usuários finais ou na Tecnologia da Informação (TI); a necessidade de grande investimento ou o risco de ser tarde demais para adotá-lo. Essas tecnologias afetam os planos, os programas e as iniciativas das empresas em longo prazo.

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“As principais tendências tecnológicas estratégicas apontadas pela Gartner moldarão as oportunidades de negócios digitais até 2020″, afirma o vice-presidente da consultoria, David Cearley.

6 tendências tecnológicas para 2016

Destacamos abaixo seis das tendências listadas pela consultoria Gartner para o ano 2016. Pense no que você pode aproveitar em seu negócio e prepare a sua empresa.

1. Malha de dispositivos

Empresários de todos os setores devem começar a compreender melhor toda a “malha de dispositivos” disponível. Estamos falando de dispositivos móveis, wearables, aparelhos eletrônicos de consumo e domésticos, dispositivos automotivos e ambientais e da Internet das Coisas (IoT). Tudo isso pode ser utilizado para acessar aplicativos e informações ou para interagir com pessoas, redes sociais, governos e empresas.

2. Experiência ambiente-usuário

Aproveitando bem essa malha de dispositivos, o empresário poderá proporcionar ao seu cliente uma experiência de usuário contínua e de ambiente. Locais imersivos, que fornecem realidade virtual e aumentada, possuem potencial significativo, mas são apenas um aspecto da experiência.

A experiência do usuário deve fluir regularmente, deslocando-se em um conjunto de dispositivos e canais de interação, misturando constantemente ambiente físico, virtual e eletrônico.

3. Impressão 3D

A impressão 3D está cada vez mais acessível e adaptável. Já é possível utilizar nas impressoras 3D materiais como níquel, fibra de carbono, vidro, tinta condutora, eletrônicos e até mesmo materiais farmacêuticos e biológicos.

A demanda do usuário evolui junto com essas inovações, e as aplicações estão se expandindo para inúmeros setores, como o aeroespacial, médico, automotivo, de energia e militar.

4. Informação de tudo

A malha de dispositivos digitais existe para produzir, utilizar e transmitir informação. Aqui, não estamos falando apenas de texto, áudio e vídeo, mas também de informações sensoriais e contextuais. O desafio é aproveitar as tecnologias e criar estratégias para conectar todas as diferentes fontes de informação de modo a proporcionar a melhor experiência para o consumidor.

5. Agentes e equipamentos autônomos

Um conceito cada vez mais utilizado no mundo high tech é o de “machine learning”, ou seja, aprendizado da máquina. Essa tecnologia dá origem a um conjunto interessantíssimo de equipamentos inteligentes, como robôs, veículos, Assistentes Pessoais Virtuais (APV) e assessores inteligentes, que atuam de forma autônoma ou semiautônoma.

Assistentes Pessoais Virtuais como o Google Now, o Cortana da Microsoft e o Siri da Apple estão se tornando mais inteligentes e são precursores da categoria de agentes autônomos.

6. Plataformas de Internet das Coisas (IoT)

As plataformas de IoT complementam o aplicativo de rede e a arquitetura de serviço. Elas podem englobar gerenciamento, segurança, integração e outras tecnologias e padrões.

Cada vez mais, equipes de Tecnologia da Informação (TI) devem se preparar para atuar nos bastidores, planejando a arquitetura tecnológica para possibilitar que a IoT se torne uma realidade nas empresas.

Se você tem alguma dúvida ou sugestão sobre o assunto, deixe um comentário abaixo e contribua com a troca de ideias. Não esqueça de compartilhar esse artigo com seus seguidores nas redes sociais.

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