Banco de imagens livre de royalties: conheça as melhores opções

Deixar um comentário

Escolher a fotografia ou ilustração certa para o seu anúncio pode fazer toda a diferença. O mesmo vale para o site da empresa e as redes sociais. Mas caso o seu orçamento não permita produzir as imagens por conta própria, a alternativa ideal é recorrer a um banco de imagens.

Mas você sabe a diferença entre opções gratuitas, livres de royalties e disponíveis apenas para uso editorial? Muitas vezes confundidas, elas contam com características bem específicas, que fazem a diferença no valor final a pagar.

Diferentes opções em banco de imagens

Embora a prática ainda seja comum, baixar uma fotografia sem ter os seus direitos autorais e depois reproduzi-la em seu site pode render um processo judicial mais tarde. Justamente para evitar essa confusão, vale a pena recorrer a um banco de imagens.

banco de imagens
O Shutterstock e o Getty Images são duas opções para baixar imagens com uma licença paga. Foto: iStock, Getty Images

 

Mas, na hora de fazer a assinatura ou cadastro, é importante estar atento ao que ele oferece. Por exemplo, mesmo nos sites que disponiblizam as imagens gratuitamente, às vezes é preciso dar os créditos ao autor das imagens.

Você só está liberado de citar o nome de quem tirou a foto ou produziu uma imagem vetorial quando ela for royalty free. Ou seja, livre de direitos autorais. Na prática, a definição orienta que não é cobrado um valor mensal pelo seu uso ou de acordo com a quantidade de vezes que é reproduzida.

Na maioria dos casos, imagens assim estão atreladas a bancos pagos, em que os usuários contratam um pacote mensal de downloads, que podem ser utilizados como você preferir.

A exceção fica por conta das imagens que são definidas como “apenas de uso editorial”. Conforme explica Lucas Schuch, diretor de arte da 8 Total Brand, elas costumam conter personalidades ou pontos turísticos e, além de exigirem crédito, impõem a aceitação de termos de uso, que restringem a sua reprodução em publicidades e promoções.

Banco de imagens livre de royalties

Seja para ilustrar uma reportagem ou uma campanha publicitária, opções livres de direitos autorais não faltam no mercado de imagens. Na hora de escolher, a dica é pesquisar o acervo disponível e em quais áreas ele se destaca.

A maioria conta com alternativas que vão desde a área da gastronomia até a tecnologia. Entre os mais conhecidos, estão o Getty Images e o Shutterstock, ambos com licença paga.

Para Schuch, o primeiro costuma ser melhor para fotografias que envolvem pessoas. Já o segundo oferece um catálogo mais amplo de produtos e elementos mais variados. Ao definir qual é o melhor para o seu projeto, vale ter uma ideia de quantas imagens serão necessárias.

“Por exemplo, para montar um anúncio ou reportagem eu irei precisar de cinco imagens. Com esse dado exato, fica mais fácil achar o pacote ideal nesses sites, já que eles têm diversas opções, tanto para pequenas compras como para assinaturas de 750 imagens todo mês”, destaca o diretor de arte.

3 opções para baixar imagens gratuitamente

O dinheiro está curto para pagar por uma licença? Então confira as três alternativas gratuitas que o Destino Negócio separou para você.

1. MorgueFile

Sem a necessidade de cadastro, ele conta com um acervo de mais de 350 milhões de imagens. Além disso, traz abas que redirecionam você para outros bancos de imagens, esses pagos. Embora não seja obrigatório creditar as fotografias, o MorgueFile aconselha que os usuários façam isso sempre que possível.

2. Everystockphoto

Para quem não quer perder tempo com as buscas, o Everystockphoto é uma alternativa que reúne diversos bancos de imagens com licença gratuita em um só lugar, o que torna mais fácil encontrar a produção ideal.

3. Freerange

Embora exija cadastro para que as fotos sejam baixadas, o Freerange não restringe o número de downloads, o que facilita a vida de quem precisa de quantidade – mas nem sempre garante imagens profissionais.

Se você tem alguma dúvida ou sugestão sobre o assunto, deixe um comentário abaixo e contribua com a troca de ideias. Não esqueça de compartilhar esse artigo com seus seguidores nas redes sociais.

Matérias relacionadas