Quer ter uma maquininha de cartão na sua empresa? Veja como

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Usado no mundo inteiro, o cartão de crédito é uma das principais modalidades de pagamento no comércio. De acordo com estudo realizado em 2015 pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), o Brasil tem 52 milhões de usuários. Não é à toa que a cada dia surgem novas soluções de maquininha de cartão para as empresas.

Caracterizadas pela praticidade e segurança que oferecem ao cliente e à empresa, são variados os modelos, taxas e tecnologias disponíveis no mercado. Ou seja, vale analisar bem as opções antes de fechar o contrato.

maquininha de cartão de crédito e débito
Antes de contratar o serviço, vale calcular as taxas aplicadas. Foto: iStock, Getty Images

Maquininha de cartão tradicional

Com consumidores cada vez mais acostumados a deixar as cédulas de lado e colocar o dinheiro de plástico como primeira opção, não oferecer a o pagamento com cartão de crédito pode significar menos clientes para a sua empresa.

O problema é que as taxas nem sempre são as mais atraentes para o empreendedor. Na dúvida, a dica é avaliar as características do seu público, os diferentes planos oferecidos e calcular o custo-benefício.

No Brasil, são duas as principais empresas de credenciamento de maquininha de cartão: a Cielo e a Rede, cada uma delas com diversas bandeiras aceitas e modelos bastante parecidos de atuação.

Na Rede, há opção de aparelho com ou sem fio. Nesses dois modelos, o comerciante não precisa comprar o equipamento, mas paga uma mensalidade fixa, além de percentual sobre cada operação. Há também o aparelho Mobile Rede, que pode ser integrado a um smartphone para receber os pagamentos. Nesse, o empresário compra o equipamento e paga percentual sobre cada operação, mas não paga mensalidade.

Na Cielo, o modelo é parecido com o plano convencional da Rede, em que você paga uma mensalidade fixa, responsável por cobrir gastos com bobinas e o aluguel da máquina, e uma porcentagem sobre as vendas, que varia de acordo da atividade do seu estabelecimento.

Nas duas marcas, as principais vantagens são o grande número de bandeiras aceitas e a confiabilidade que o consumidor já tem em ambas. Por outro lado, é importante calcular as taxas para saber qual será o custo-benefício.

Para não errar, faça simulações com base na sua receita mensal com o desconto do valor que seria descontado – tanto no crédito quanto no débito. Uma conversa com os clientes sobre a mudança também pode ajudar a ter insights.

Novos modelos de maquininha de cartão

Apesar do domínio de Rede e Cielo no mercado, hoje em dia já é possível encontrar soluções alternativas, especialmente para as empresas de pequeno porte e autônomos. O PagSeguro, por exemplo, conhecido meio de pagamento online, também já oferece sua maquininha de cartão.

A principal diferença, além do design mais compacto, é que você compra a máquina, ao invés de pagar uma taxa mensal de aluguel. Ainda assim, há a cobrança de uma porcentagem sobre as suas vendas.

Outra tendência de mercado são as maquininhas como a Vivo iZettle. Sem aluguel e taxas mensais, ela é conectada em seu smartphone ou tablet e aceita pagamentos de cartões de crédito e débito. Tudo é gerenciado a partir de um aplicativo instalado no aparelho.

Nos dois casos, a mobilidade e os preços mais em conta costumam ser os principais atrativos. Por outro lado, o número de bandeiras aceitas tende a ser mais limitado.

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